XVII – Capítulo 2 – O chupacabra da vila (Gio, Fabrício S)

Treze de junho do ano de Nosso Senhor de 1650, segunda-feira. Finalmente chegamos ao vilarejo, e o rastreador índio já passa bem. Encontramos uma jovem que ajudou a tratar o veneno da víbora e agora passaremos a investigar as aparições que andam chacinando o gado desses humildes fazendeiros. Ainda hoje iremos até uma das fazendas com a ajuda do servo leal do prefeito. Aliás, o prefeito nos recebeu muito bem, diferente dos camponeses que estão bastante desconfiados. Espero que se acostumem com minha presença. O servo que nos guiará parece um homem humilde, já tem certa idade e algumas vezes temo por sua fragilidade em nos guiar em uma caminhada tão longa para auxiliar nossa investigação.

 

Cordiais saudações

Pe. A. Vieira