XVII – Capítulo 4 – O mordomo fiel? (Gio, Fabrício S, Fabrício L, Davi, Bruno)

Adentramos a prefeitura procurando o mal que ali residia, e fomos recepcionados por criaturas infernais que supomos serem as mesmas que vinham chacinando o gado dos fazendeiros locais. Mas estranhamente esse mal dissipou-se e os camponeses adentraram a prefeitura acreditando que éramos nós os executores do prefeito. Tivemos de fugir para que não fôssemos confundidos, e na saída o hábil Piamã percebeu alguma criatura maligna a adentrar a mata em fuga. Empreendemos uma perseguição que infelizmente foi improdutiva e no final das contas passamos quase toda a noite naquele ambiente selvagem, até nos perdermos.

Perdidos na mata, encontramos uma cabana abandonada que nos serviu de abrigo, mas criaturas abomináveis saíram da terra com seus corpos apodrecidos e nos cercaram. Tivemos de pôr fim a suas existências malignas. As coisas pioram gradualmente. O Senhor enviou como auxílio um antigo aliado para nos ajudar, e se não fosse por ele este servo não estaria enviando a presente missiva. Agora estamos de volta á cidade pois aceitarei o clamor dos moradores, e vou assumir temporariamente a responsabilidade da prefeitura (ainda que eu desconfie das forças que manipularam as frágeis mentes dos camponeses), pois preocupo-me com o bem estar daquelas pessoas tão humildes.

 

Saudações

Pe. A. Vieira