Sobre Añánga peábo

Eu seria tolo se dissesse que não tenho nenhum objetivo quando escrevo, eu digo que o que tenho são fantasmagorias. São assombros. Tive sorte e minha educação foi algo livre, descolada das obrigações de conceito, como os de gênero. Não fui obrigado a ser “menino”, e isso não era tão importante assim. Sofri bullying especialmente

Uma cliente inesperada [livro]

Acho que tenho uma ojeriza natural com relação a best-sellers, e pego os livros já preparado para uma enorme frustração. Uma cliente inesperada não foge à regra, e tratando-se de um romance policial, fico inclinado a comparar cada palavra usada ao que já li e reli do mestre Edgar Alan Poe. Trata-se de um investigador…

A vulgarização da literatura brasileira contemporânea

Por Alexandre Coslei em 27/05/2014 na edição 800 Por esses dias discutiu-se tanto a popularização dos textos de Machado de Assis que quase alcançamos um tom clichê. A ideia de reimprimir a obra de Machado objetivando a imposição de um vocabulário simplório, que esteja ao alcance do público menos letrado, é somente um reflexo de…